Harmonização: mais do que queijo e vinho, uma experiência

harmonização de vinhos com queijo

Harmonização: mais do que queijo e vinho, uma experiência

By In Universo Racleteira Premium

Com a chegada da época mais fria do ano, a harmonização perfeita entre queijo e vinho é ideal para proporcionar bons momentos, principalmente nesse período de isolamento social. Convidativas, para que essas combinações sejam bem-acolhidas pelo paladar, sem que haja a predominância de um sobre o outro, é preciso encontrar o equilíbrio perfeito.

Entre as harmonizações que aquecem e agradam o paladar estão os deliciosos pratos elaborados com o queijo Raclette. O queijo, vindo das montanhas, pede vinhos da Sabóia e Jura, as menores regiões vinícolas da França. Um Roussane, com seu frescor e aromas típicos de avelãs, também é uma boa pedida.

Queijos mais leves e molinhos combinam com vinhos mais suaves. Já os vinhos mais encorpados, pedem queijos de textura mais firme. Queijos mais salgados ou que tragam sabor amargo à boca, pedem um vinho branco ou um bom espumante.

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A seguir, confira a nossa carta de queijos e vinhos que prometem aquecer até os dias mais frios da estação.

Feito de leite de vaca, o queijo Brie tem casca branca, recoberta por um fungo comestível e combina com vinhos brancos, como o de uva Chardonnay, ou vinhos tintos mais leves, como Pinot Noir ou Merlot.

Para acompanhar o Provolone, as melhores opções são os vinhos tintos de corpo leve ou médio, com acidez acentuada. Vinhos com castas de Bordeaux, como Cabernet Sauvingnon, Merlot e Cabernet Franc também são indicados.

Preferido de Napoleão, o Camembert é um queijo que possui uma casca aveludada, pasta mole, leve picância e textura suave. Harmoniza muito bem com vinhos tintos leves como Merlot ou Pinot Noir ou com brancos, como os de uva Chardonnay.

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Mais do que queijo e vinho uma experiência

Sensação de frescor para o paladar

Marcante, um dos queijos mais antigos do mundo, o Gorgonzola exige um pouco mais de cuidado na hora de harmonizá-lo. Para equilibrar, é bem-vinda a doçura do vinho do Porto, Sauternes ou de um Colheita Tardia. Vinhos tinto e seco mais encorpado, tipo Malbec ou Cabernet Sauvignon podem agradar o paladar.

O Gruyère é a base de uma das receitas mais clássicas, o fondue. Levemente duro e com notas de castanhas e nozes, ele apresenta também uma quantidade considerável de sal. Um tinto seco, com sabor mais persistente, onde as notas frutadas e as nuances amadeiradas vão se encarregar de fundir os sabores de forma harmônica é recomendado.

Para o fondue, o melhor são vinhos brancos vivos, frescos, e que tenham uma trama aromática importante pra contrabalançar os aromas dos queijos. Crepy e Aprenont na Sabóia; os Arbois, além dos vinhos brancos à base de Chardonnay da Borgonha.

Nas harmonizações feitas com queijos com elevado teor de gordura, um vinho branco aromático ajuda a proporcionar a sensação de ‘limpar’ a boca para a próxima mordida. Na Suíça, berço do raclette, o vinho tradicional é o derivado da uva Chasselas. No Brasil, por conta da dificuldade de encontrar essa uva, a substituição pelo Sauvignon Blanc, um Verdelho ou um Chardonnay são ótimas pedidas.

O fato é que com uma Racleteira, um momento pode significar inúmeras e agradáveis experiências gastronômicas. Queijos, acompanhamentos, vinhos de qualidade e a nossa Racleteira sempre garantem o sucesso, principalmente nas frias noites de inverno.

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